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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
quarta-feira, 18 de junho de 2014
A minha folha excel
quarta-feira, 18 de junho de 2014
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Gosto de futebol. Não menosprezo o futebol por ser um tema menor. Não me armo em intelectualóide que despreza o jogo e as emoções que desperta. Emoções inexplicáveis a quem não sente e vibra com o jogo.
Em todas as grandes competições de futebol (v.g. europeus e mundiais), costumo fazer download e usar uma folha excel, daquelas que mostram os jogos todos e os horários. Depois à medida que preencho os resultados, o ficheiro actualiza-se automaticamente, quer no quadro lateral com os grupos, quer nas subsequentes fases, aparecendo os nomes das selecções apuradas e de quem joga contra quem até à final.
Antes de a competição principiar faço sempre um exercício especulativo e ao sabor daquilo que me parece que irá ser o resultado dos vários jogos. Preencho os resultados todos até à final. E o resultado final é sempre o mesmo. Portugal é sempre campeão da europa ou do mundo.
A realidade é sempre mais imaginativa. Não acerto na maioria dos resultados dos jogos. E nunca me lembraria de pôr a Espanha a perder por 5-1 contra a Holanda. Pela mesma razão tive muita dificuldade em preencher o quadradinho com um 4 para a Alemanha e um 0 para Portugal.
Depois vêm as desculpas, culpas e teorias da conspiração. Já ouvi dizer que na selecção só joga quem cujo empresário for o Jorge Mendes. Não acredito. Mas sei outras coisas. Sei que um terço dos jogadores foi para o Brasil lesionado. Sei que a escolha do estágio nos EUA serviu para a FPF meter mais uns milhões no bolso à pala do CR7. Sei que Campinas fica a milhares de km dos sítios onde jogamos, obrigando a deslocações mais ou menos longas de avião. Sei que a FIFA vai tentar levar ao colo as grandes selecções até às fases mais adiantadas. Sei que não vamos ser campeões do mundo... Mas, porra, pelo menos joguem à bola e não nos envergonhem...
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quinta-feira, 16 de maio de 2013
Nostalgias presidenciais do Portugal passado
quinta-feira, 16 de maio de 2013
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O Portugal dos 3 F's regressou em força. Fado, Fátima e futebol. O nosso fado é a troika e todos os incompetentes e chulos do sistema. Entre eles a sanguessuga Mexia que diz que o PIB melhora com as vitórias do Benfica. Talvez. A verdade é que a recessão do 1º trimestre (quando o Benfica ganhava) foi de 3,9% e para isso só precisamos de ter um Gaspar a fazer contas. Mexia que recebeu 2 milhões de euros só de prémios no ano passado também podia contribuir para o PIB e emigrar. Ou o Borges, o Catroga e todos aqueles reformados/administradores/gestores/boys milionários que todos os dias têm a lata de nos vir dizer que temos que empobrecer.
O Presidente da República ensandeceu de vez e pôs-se a invocar S. Jorge e a Virgem Maria. Sua Senilidade presidencial é a maior virgem cobarde de que tenho memória do Portugal político. É ainda por cima, uma imbecilidade popularucha a quem já não reconheço legitimidade política para desempenhar o cargo. Das duas uma, ou a tirada sobre a Nossa Senhora de Fátima e a negociação da 7ª avaliação da troika foi mesmo um milagre, ou então, estará a escarnecer de todos aqueles que rejeitam a continuação desta política de terra queimada. Seja como for, Cavaco enlouqueceu, traído pelo seu próprio narcisismo pedante, mitómano e presunçoso. O emproado Cavaco é um saudosista salazarento, que gosta de se auto-elogiar no seu papel de salvador da pátria. A sua declaração, mais não foi que um auto-elogio a uma sua pseudo-intervenção divina que terá tido a ilusão de ter salvo o país e o governo. O egocêntrico Cavaco faz questão de também ele acertar contas com o passado, e de se vingar dos anos em que foi obrigado a ficar longe dos holofotes. O parcial e incoerente Cavaco não desce do pedestal por causa nenhuma e a nostalgia do poder absoluto, quer o de há 20 anos, quer o de há 40 anos, não lhe permitem ter a postura de um estadista. Os seus discursos e prefácios, maliciosos e revanchistas, são a expressão máxima da sua militância jactante.
Ele que é um dos responsáveis (directa ou indirectamente) pela maior fraude do século: BPN.
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Vítor Gaspar
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A tragédia e o pasquim - diferentes visões da comunicação social
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
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1- A tragédia que se abateu ontem num estádio de futebol no Egipto deve ser vista à luz dos recentes acontecimentos ocorridos naquele país. A nossa comunicação social tem cada vez mais uma visão voyeurista no que concerne aos grandes escândalos e tragédias. Ouvi uma jornalista dizer que os adeptos egípcios são muito fervorosos. Uma forma subtil de dizer que são agressivos ou violentos. Acontece que esse fervor já não é de agora. A diferença está sim no tratamento dado pelas autoridades. Quando submetidos a um regime ditatorial e autoritário, os adeptos fervorosos não matavam ninguém. As autoridades regiam com punho de aço e o adepto era quartado na sua missão vingadora. O povo egípcio fez a sua revolução, votou em quem muito bem entendeu e as autoridades sabem que agora quem manda é o povo. Óptimo, digo eu. O pormenor está na falta de liberdade de expressão que manietou durante décadas os egípcios. A liberdade chegou de uma só vez, e num povo maioritariamente árabe, com fortes restrições religiosas e após décadas de uma ditadura autoritária, também ela aproveitando a religião como truque de sistema, o povo egípcio ainda não sabe viver em liberdade (Portugal é livre há quase 40 anos e ainda não sabe; e esteve perto da guerra civil em 1975). Certamente irá aprender, mas excessos destes não são culpa do futebol. A maioria das vítimas são agentes de segurança e da polícia, e isso diz tudo acerca da maneira de como os egípcios vêem a autoridade.
O povo da Síria é martirizado todos os dias, morrem aos milhares, trucidados e assassinados, e não vejo nenhum directo ou programa de comentadores residentes ou não na comunicação social. Há muitos Murdoch's por aí...
2- Atalho de foice, o pasquim 'A Bola' trazia na capa de segunda-feira o seguinte título "Galo amigo da Águia". Sem tirar o mérito ao Gil Vicente, sem passar uma esponja na inexistente exibição portista, ignorou o pasquim propositadamente a influência negativa dessa vuvuzela que dá pelo nome de Bruno Paixão, ao não assinalar duas grandes penalidades consensuais a favor do FCPorto e ao validar dois golos ilegais ao Gil (o primeiro golo nasce de uma falta que não existe, e o segundo é precedido de fora de jogo). É muita coisa a ser ignorada.
Como ignorados foram os alegados comentários racistas dirigidos por Javi Garcia a Alan. Não sei se existiram ou não, mas pelo menos um inqueritozinho era o mínimo. Vejam aqui o tratamento inglês dado à questão e o que foi dado por um grande benfiquista aqui.
E como quase ignorada foi a declaração do grande Rei Eusébio de amor eterno benfiquista, talvez para justificar o cachet de embaixador, mas que de profissional não tem nada: "Já tinha avisado o treinador do Beira-Mar, o Manuel de Oliveira, que não ia rematar à baliza. 15 minutos antes do jogo fui ao balneário do Benfica e avisei para que não se preocupassem, pois não ia marcar golos. Não rematei, não marquei faltas nem grandes penalidades... andava lá no campo só a passar a bola aos outros. E nesse ano o Beira-Mar ganhou ao Sporting e o Benfica foi campeão". Se fosse um jogador conotado com outro clube?!?!
A comunicação social paga a pessoas para escreverem artigos de opinião e para comentarem segundo a sua visão. A comunicação social tem que ser isenta. Não quero com isto dizer que 'A Bola' é o único a usar este tipo de jornalismo desportivo, muitas vezes provocador, mas que abusa lá isso abusa.
Declaração de interesses - Sou adepto e sócio do FCPorto mas reconheço que o Benfica está na frente do campeonato por mérito próprio. É que ainda há quem justifique com as arbitragens as vitórias inquestionáveis do FCPorto e isso irrita-me... (mesmo quando o 2º classificado ficava a vinte e tal pontos de distância e quando era campeão europeu - o que aconteceu nos anos do famoso apito dourado - curioso que toda a gente agora é adepta do Mourinho).
terça-feira, 12 de abril de 2011
Vamos à bola
terça-feira, 12 de abril de 2011
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Bom tempo para a prática do futebol. Estádio bonito, com capacidade para 10 milhões de espectadores, mas que por esta altura deve rondar os 50% da sua capacidade total. Era esperada mais gente para assistir a este grande clássico do futebol português. De um lado o PS, de Sócrates, o capitão de equipa e organizador de todo o jogo socialista. Do outro lado, a oposição, sem grandes estrelas, mas uma equipa coesa e unida.
A equipa de arbitragem veio da Alemanha, liderada pela Sra. Merkel, os fiscais de linha, FMI e BCE, e o quarto árbitro é a CE. Ambos os treinadores se cumprimentam, Mário Soares pelo PS, sempre interventivo, mas que tem averbado algumas derrotas ultimamente. O treinador da oposição, Cavaco Silva, já leva alguns anos no cargo, disciplinador e raramente contestado.
As principais ausências: de um lado Manuel Alegre, expulso no último jogo e a cumprir castigo. Do outro Manuela Ferreira Leite, que se lesionou gravemente há já um ano e que falha o resto da temporada. A surpresa surge do lado da oposição, Fernando Nobre, contratação de última hora, surge a titular no lugar do central António Capucho, relegado para o banco.
Este é o jogo do tudo ou nada, com um grau de risco muito elevado, em especial pela troca de palavras mais azedas trocadas nos últimos dias, pelos dirigentes de ambas as equipas.
E aí está, começa o jogo. Miguel Relvas, leva a bola pela estrema esquerda, passa para Louçã, que tenta driblar Sócrates que lhe sai ao caminho... uma primeira finta, e é rasteirado por Sócrates... grande confusão agora, com ambos a trocar argumentos e empurrões. E atenção, Louçã agride Sócrates com uma censura, e a juiz da partida expulsa Louçã com vermelho directo. A oposição fica agora reduzida a dez elementos, mesmo no princípio do jogo. Mário Soares e todo o banco socialista a gesticular, e Cavaco, sempre impávido e sereno ainda não se levantou.
Primeiro quarto de hora de jogo cumprido, e ainda ninguém fez qualquer remate à baliza adversária, aliás Passos Coelho já perdeu três vezes a bola e é sempre apanhado em fora de jogo.
Portas conduz a bola pela extrema direita, com um passe longo, cruza para a extrema esquerda onde Jerónimo aparece, e de cabeça põe a bola à mercê de Passos Coelho, que se isola em frente à baliza, grande perigo, Passos Coelho remata e...gooooolo! Mas, atenção, o fiscal de linha BCE, invalida o golo, diz que Passos Coelho controlou o PEC com a mão, Passos Coelho protesta, mas Merkel confirma a anulação do golo.
O jogo socialista está muito amarrado no meio campo, muito por culpa do jogo táctico da oposição, não deixando Sócrates controlar o jogo.
Começa a segunda parte, e surpresa na equipa socialista, Sócrates ficou nas cabinas ao intervalo, substituído por Francisco Assis. O jogo socialista está agora mais solto, mas continua sem criar grandes oportunidades de golo.
Setenta minutos de jogo, e a assistência começa a abandonar o estádio. Está um jogo desinteressante, muito faltoso, com Merkel a ter que mostrar muitos amarelos. Aliás, Fernando Nobre, até aqui sem qualquer amarelo na Liga, também já viu um amarelo, por gestos agressivos em direcção ao público.
Final do jogo, com um empate a zero, sem dúvida o pior clássico dos últimos anos, com a equipa de arbitragem a ser obrigada a muita intervenção, para parar o jogo sujo e faltoso de ambas as equipas, sem grande sentido de responsabilidade e de oportunidades criadas. Destaque pela negativa para o jogo pobre de Sócrates, excelente jogador, mas hoje muito criticado pelo público, e também Passos Coelho que não soube agarrar a titularidade, caindo sempre no fora de jogo, e com o lugar em risco.
Cavaco não faz comentários como habitualmente, e Mário Soares a dizer que foi mais uma oportunidade desperdiçada.
Dia 5 de Junho temos novo clássico, onde se espera um jogo muito melhor, mas que se prevê com pouca adesão do público e que a Liga ainda não se decida nesse jogo. Para infortúnio dos espectadores...
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