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sexta-feira, 21 de março de 2014

Telegramas

sexta-feira, 21 de março de 2014 0
1- Jorge Jesus não aprendeu nada com o final da época transacta. A sua verborreia, aliada à sua falta de cultura, que por sua vez se alia à sua arrogância, fazem-no muitas vezes engolir sapos e quase sempre desprestigiam a instituição para a qual trabalha. Um treinador que bate em polícias, nos adjuntos e directores, que não respeita colegas, e principalmente que não sabe ganhar, quando saber ganhar é para mim mais importante que saber perder.
Um homem que não humilha o adversário derrotado, que respeita o sofrimento de quem não alcança os seus objectivos é verdadeiramente sábio.
O 'mestre da táctica', 'da nota artística', 'acradita' que só desrespeitando e humilhando os outros pode ser grande. Como está enganado. Pena é que não o obriguem a pedir desculpas públicas ao Shéu e ao Rui Costa, a toda a equipa técnica, e ao Sherwood, e principalmente aos benfiquistas. E não é preciso ajoelhar-se...

2- Torna-se urgente uma lei que impeça os deputados da maioria que chumbaram a co-adopção, apenas alguns meses após a terem aprovado, de poderem adoptar qualquer criança, uma vez que não têm maturidade nem coerência intelectual para poderem exercer responsabilidades parentais.

3- Finalmente fez-se justiça. A culpa de terem prescrito ou estarem em vias de prescrever multas e coimas no valor de vários milhões de euros nos processos movidos contra Jardim Gonçalves e João Rendeiro desta vez não foi atribuída a manobras dilatórias usadas pelos advogados...

4- A crise na Ucrânia pode ser uma boa oportunidade para aproveitar e aumentar os vistos-gold a oligarcas russos. Já temos chineses e angolanos. Reatamos com os venezuelanos. Aceitamos os da Guiné Equatorial e portanto só faltam mesmo os russos para completar o ramalhete das nações mais democráticas do mundo que podem vir ao nosso país ensinar como se faz...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Carta aberta

quinta-feira, 22 de setembro de 2011 0


Ministério da Justiça
Praça do Comércio
1149-009 Lisboa


Exma. Sra. Ministra da Justiça do Governo do Estado de Portugal

Assunto: Débito/Apoio Judiciário
                 
Exma. Senhora,
Os meus cumprimentos.
Como bem sabe V. Exa., permanece em dívida o valor de 29.770.917,59€, a que acrescem juros vencidos e vincendos que se liquidarão em momento posterior, referente a defesas oficiosas por parte de quase 10.000 advogados portugueses, quantia que V. Exa. se comprometeu a liquidar, o que, todavia, não sucedeu, até ao presente momento.
Com efeito, por várias vezes, contactaram com V. Exa., com vista à resolução extrajudicial do assunto, mas não  se obteve qualquer êxito.
Atento todo o exposto, fico a aguardar o contacto de V. Exa., no prazo máximo de 5 dias a contar da recepção desta carta, para liquidar a quantia supra referida, acrescida dos juros de mora, entretanto, vencidos.
Caso contrário, ver-me-ei forçado a intentar, de imediato, acção judicial contra V. Exas., para cobrança coerciva da quantia em débito, com os inerentes encargos e custos para ambas as partes, sem no entanto prescindir do direito de retenção a que alude o artigo 795º e ss. do Código Civil. Neste caso, reserva-se o direito de não liquidar os impostos devidos até V. Exa. liquidar a dívida supra referida.
Sem outro assunto de momento, reitero os meus cumprimentos e subscrevo-me.

                                               Atentamente,



P.S. Dispõe o artigo 795º do Código Civil: 'O devedor que disponha de um crédito contra o seu credor goza de direito de retenção da coisa que deva entregar se o seu crédito resultar de despesas feitas por causa dela ou de danos por ela causados.'
 
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