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sexta-feira, 13 de julho de 2018

A maior das celebrações

sexta-feira, 13 de julho de 2018 0

No passado fim-de-semana Chaves celebrou mais um dia da cidade. Com eventos, concertos e animação como não se via há muito tempo.
Mas, o maior dos eventos ocorreu mesmo na tarde de domingo, dia da cidade. E traduziu-se na assinatura do protocolo/contrato-promessa de cedência das instalações da Escola Superior de Enfermagem de Chaves à Cruz Vermelha Portuguesa.
A Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa (ESSCVP) integrada no Ensino Superior Politécnico desenvolve a sua atividade no âmbito do ensino superior da saúde e permitirá criar em Chaves uma verdadeira escola superior de saúde, com a certeza de que já no próximo ano abrirão mais cursos para técnicos de saúde em imagiologia, radioterapia e fisioterapia.
A Cruz Vermelha Portuguesa administra ensino superior há cem anos e tem em Lisboa e Oliveira de Azeméis duas escolas superiores de saúde de excelência, do melhor que há no país. A possibilidade, agora real, de haver em Chaves uma escola superior de saúde do mesmo nível é motivo para que o dia da cidade do passado domingo possa ser celebrado nos próximos anos.
Ao mesmo tempo resolvem-se os problemas de cariz pedagógico e de funcionamento respeitantes às dificuldades financeiras da atual Escola de Enfermagem.
A cooperação com a Cruz Vermelha Espanhola permitirá ainda promover a frequência de estudantes da nossa vizinha Galiza, com creditação de todos os cursos nos dois lados da fronteira.
A solução encontrada pelo executivo municipal, integrando a Escola Superior de Enfermagem de Chaves na rede nacional de escolas superiores de saúde da Cruz Vermelha Portuguesa é a melhor e maior notícia para o concelho de Chaves e para o Alto Tâmega dos últimos anos, com a ambição de em quatro anos termos em Chaves 1500 alunos no novo pólo de saúde que será criado aqui. 1500 alunos no ensino superior em Chaves é uma pedrada no charco, é sem dúvida acordar Chaves. Até parece mentira…
Chaves terá ensino superior de qualidade e em quantidade, fixando população jovem e dando-lhe condições para em parceria com o Centro Hospitalar e as Termas aqui permanecerem. É um avanço estratégico sem precedentes para o concelho, cujos frutos serão colhidos a breve trecho.
É assim que se governa em prol do interior e das suas populações, é assim que se combate o problema da demografia ou da falta dela como é o caso, e é assim que com tempo se irão resolvendo outros problemas… Outras boas notícias se seguirão em breve. Com tempo… ninguém corre em oito meses depois de um coma de dezasseis anos… é necessária muita fisioterapia.

Publicado in "A Voz de Chaves", em 12 de julho de 2018



segunda-feira, 9 de maio de 2016

Fim de semana transmontano

segunda-feira, 9 de maio de 2016 0
Os custos da interioridade podem ser difíceis de combater. Só com boa vontade, muita boa vontade por parte do poder central, tais custos podem ser mais ou menos esbatidos.
Neste fim de semana foi inaugurado o túnel do Marão. Uma obra que após vários anos de avanços e recuos permite esbater distâncias e assimetrias. Fez bem António Costa em convidar os seus antecessores para a inauguração. Sócrates foi quem lançou a empreitada, Passos continuou-a e coube a Costa terminá-la. O que devia estar na mente de todos era precisamente o dia de festa que representa para a região e não fait divers mais ou menos enviesados. Passos não se quis associar a tal festejo e optou por arranjar uma desculpa mal amanhada dizendo que nunca inaugurou obras enquanto primeiro Ministro. Mentiu e saiu mal na fotografia. Inaugurou pelo menos a nova sede da PJ em Lisboa e o novo museu dos Coches também na capital. Chegou a inaugurar, pasmem-se, uma escola, na qualidade de líder da oposição. Passos, nascido e criado em Vila Real, merecia ter na região, os votos nas próximas legislativas que merece, ou seja, zero.
Também este fim de semana, o Desportivo de Chaves regressou ao convívio com os grandes do futebol, após 17 anos de quase morte. Salvou-o um mecenas da terra. Só o Desportivo consegue ser o farol de toda a região e pôr no mapa a cidade que lhe dá nome. Uma cidade deserta de pessoas, que pagou bem caro os custos da interioridade e do governo de Passos que quis empobrecer o país e incentivou a emigração, em Chaves notou-se e bem. Uma cidade conduzida por um executivo camarário sem ideias nem visão de futuro, que asfixiou o município financeiramente, em obras megalómanas, algumas delas por abrir e que terão custos de funcionamento incomportáveis. À semelhança de Passos Coelho também este executivo camarário deveria merecer uma atenção especial por parte dos Flavienses em próximas eleições autárquicas, com cartão vermelho.
Salva-se o Desportivo...



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Autárquicas 2013 - Chaves

quinta-feira, 26 de setembro de 2013 0
Bem sei que as eleições autárquicas, como o próprio nome indica, dizem respeito à eleição dos órgãos das autarquias. Do poder político local. Freguesias, Assembleias Municipais e Câmaras Municipais. Mas é sempre indissociável desta realidade a conjuntura nacional. E essa, em abono da verdade, é muito pouco recomendável. Escuso-me neste momento a enunciar todas as vicissitudes, trapalhadas e atropelos da governação atual. Não existe, desde o 25 de Abril de 1974, governo tão incompetente e lesivo dos direitos e interesses dos cidadãos e do próprio Estado. É costume dizer-se por esta altura que necessário se torna mostrar um cartão amarelo ao governo e ao estado a que conduziu o país. Na óptica do utilizador é urgente mostrar um cartão vermelho directo por indecente e má figura! Se esse for o critério, dúvidas não restam... até porque toda a política do neoliberalismo de Passos se reflecte em maior ou menor grau nas pessoas e nos concelhos onde residem. A forma como o processo é gerido é que difere consoante o autarca que está ao leme dos destinos do seu concelho. Dois ou três exemplos emergem de imediato. Rui Rio no Porto tem as contas em dia, trabalho excepcional na actual conjuntura económico-financeira, mas tem a cidade a ruir, literalmente, a cultura não faz parte do seu léxico e a única 'obra' que se lhe conhece é a demolição de duas torres do bairro do Aleixo. Menezes do outro lado da ponte tem a câmara mais endividada do país, mas com obra feita. Costa em Lisboa conseguiu o pleno, contas equilibradas e gestão para e a favor dos seus residentes.
Analisarei agora em particular, Chaves, a minha cidade natal e escolha de uma vida, e que é gerida há doze anos pelo PSD.
Comecemos pelo princípio. O executivo camarário liderado por João Batista, tem no arquivo municipal e na biblioteca municipal as suas únicas bandeiras. O resto, bom o resto é mau de mais. Têm outra obra emblemática concretizada, as nossas Freiras. O projecto do Largo General Silveira (Freiras), cartão de visita da cidade, é sempre arma de arremesso entre as várias candidaturas. Facto: existia um projecto elaborado pelo executivo anterior do PS, mas a execução da obra foi responsabilidade e é obra do atual executivo. Está à vista de todos o 'buraco' e o lugarejo em que foi transformado o mais belo postal de Portugal e arredores.
Os arranjos das margens, jardins e espaços contíguos ao Tâmega, são obra de José Sócrates!, e do 'seu' programa 'POLIS', ao contrário do que muitos pensam, e do que outros querem fazer crer. Mas o rio, nossa identidade, continua sujo e abandonado.
O PSD de João Batista e António Cabeleira, o segundo, candidato ao lugar do primeiro, que por sua vez se candidata a Presidente da Assembleia Municipal, (eu sei é confuso), prometeu, nos vários atos eleitorais a que concorreu, obras mediáticas, megalómanas e até pouco sérias, como sejam as piscinas olímpicas, o pavilhão multiusos com capacidade para não sei quantos milhares de pessoas e uma zona desportiva única no país, com direito a construção de um novo estádio, e tudo, e tudo. Pois...
A cultura ficou confinada às bandas do concelho, que atuam na Feira dos Santos e no dia da cidade, que por sua vez se resume a uma pequena cerimónia protocolar, sem mais nada que o recomende, e a uma 'invenção' maneirinha de uma pseudo-eurocidade sem qualquer retorno, que não seja a normal interação de populações transfronteiriças.
E por falar em Feira dos Santos. Alguém me consegue dizer qual é a diferença entre a feira que se realiza semanalmente à quarta-feira e a Feira dos Santos? Eu só encontro uma diferença. Nos dias da realização da Feira dos Santos, a feira semanal é um 'estenderete' alargado a mais umas quantas ruas da cidade, num caos desorganizado, sempre da mesma maneira. O que muda são as diversões, que nunca ninguém sabe onde estão localizadas. É, por assim dizer, uma feira grande.
Os produtos da região, o presunto, o folar, o pastel, a batata, entre outros, são espécies desprotegidas e em vias de extinção, pelo menos em Chaves. As tentativas inócuas de organizar certames de divulgação dos nossos produtos endógenos são sempre mal organizadas, nada divulgadas e muito pouco procuradas, por isso mesmo. A constante mudança do nome também não ajudará. Há pouco tempo descobriram que Chaves já foi uma importante cidade romana, e organizaram, (nem sei se esta é a expressão mais correta) à pressão, uma intitulada Feira dos Povos, como se houvesse mais algum que não o Romano que melhor nos identifique. É que os Celtas não construíram a Ponte, as Termas e o Balneário... Enfim...
E as contas? Pois bem, a autarquia de Chaves investiu milhões de euros numa plataforma logística, que está, digamos de forma mais 'soft', às moscas. Abandono é uma expressão pouco assertiva para conseguir classificar o estado da coisa. Coisa pública... Se o objectivo era preservar ervas daninhas, então, parabéns! Se o objectivo era criar emprego, fixar pessoas e empresas, oferecendo condições de exceção na cidade linda deste nosso Portugal.., ora bolas... fica para uma outra oportunidade.
E então que dizer da grande obra que foi a construção do acesso da A-24 ao centro da cidade. Grandes avenidas, com duas faixas de rodagem para cada lado... e que depois desemboca num caminho em que o alcatrão é a exceção e em que dois automóveis se cruzam com grande dificuldade. São as boas vindas à Eurocidade, a grande metrópole do Alto Tâmega idealizada por um executivo que tem um arquiteto como vice-presidente.
Mas há mais. E que tal 250 mil euros atribuídos a uma associação chamada 'A Voz da Juventude', em que a juventude tem como única atribuição ser militante da JSD, com direito a uma sede cujo prédio, alvo de recente reconstrução e ampliação, custou ao erário da autarquia 1 milhão de euros? Porquê, com que fundamento, quem?
E mais. Várias indemnizações foram pagas a construtores e empreiteiros, quase 1 milhão de euros, porque a Câmara Municipal adjudicou a obra e depois não teve dinheiro para as levar a efeito.
E que tal 50 milhões de euros de dívida para uma autarquia da dimensão da de Chaves. E mais de 6% de perda de população ainda antes da crise nos atingir, por falta de políticas de fixação de pessoas, de juventude, desporto e educação.
Não espanta portanto, que dos 308 municípios existentes em Portugal, Chaves seja um dos 50 que teve de recorrer ao PAEL (Programa de Apoio à Economia Local). Eu troco por miúdos, imaginem que Chaves é Portugal e o Estado e o governo são a troika. Chaves teve que recorrer à ajuda externa, neste caso, interna, porque o executivo do PSD pôs o concelho na falência. Sem obra que se veja...
Mais ainda, metade das freguesias do concelho teem os protocolos com a Câmara Municipal por cumprir, já com ações em Tribunal por parte dos particulares a quem devem, porque o executivo desta autarquia não honrou os seus compromissos. Porque a gestão foi ruinosa e está a arruinar o concelho e as suas gentes. Tem uma dívida de curto prazo asfixiante e que asfixia as empresas aqui sediadas, que dependem, como se sabe, do investimento público, inexistente ou em dívida.
Não chega? Há mais. Deixaram cair por inércia e incompetência, as valências e a classificação do hospital. Culpa do governo Sócrates? Se bem me lembro, a única valência que perdemos então foi a obstetrícia, entretanto já foram, com o atual governo em funções, mais algumas e as urgências estiveram por um fio. A falta de poder argumentativo e de reivindicação do executivo municipal é gritante. Não quero afirmar que seja porque simplesmente se estão borrifando, mas numa escala, deve vir no verbo a seguir. Que é feito da proposta aprovada em Assembleia Municipal e na Assembleia da República acerca da Unidade Local de Saúde tão apregoada e desejada? Agora o governo é da mesma cor. Porque é que a deixaram cair? Por inércia e incompetência!
E o tribunal? Também desclassificado e com perda de valências. De quem é a responsabilidade pela total ausência de ação e de interesse, numa questão que tanto vai custar aos Flavienses? Também é do governo, mas o executivo camarário do PSD ignorou e ignora por completo o assunto. Não se consegue perceber. Ou então a explicação mais simples é a que se aplica, não querem saber, não se informam e não se mexem!!!
Também é costume neste tipo de eleições, dizer-se que se vota nas pessoas e não nos partidos. Mas também necessariamente, é preciso analisar a atuação das pessoas. Principalmente, quando são as mesmas que também são responsáveis pelo marasmo, pelo descalabro e pelo definhamento de todo um concelho que era suposto liderar o Alto Tâmega. António Cabeleira disse em recente entrevista que "não era necessário mudar nada. É só dar continuidade ao projeto anterior". Mais valia seguir o ensinamento do seu presidente de partido e aconselhar as pessoas a emigrar, porque salta à vista que a continuidade é a rotura total e a falência da possibilidade de um futuro no concelho de Chaves.
Passemos finalmente ao MAI (Movimento Autárquico Independente). Liderado por um dissidente 'dinossauro', boçal e ignorante, quer o que sempre quis. Desde que há democracia em Portugal sempre soube fazer o que fez e faz: caciqueirsimo e politiquice de tasca. Continua em funções, eleito pelo PSD local como presidente da junta da freguesia de Santa Maria Maior, e desdiz e contradiz, tudo o que e que para que, também contribuiu, numa candidatura revanchista e tudo menos independente. Apoiado por outros tantos dissidentes, carneirinhos obedientes e esperançosos numa vingança de tira-tacho ao amigo, transformado em arqui-inimigo. O MAI, embelezado por umas figuras que até há pouco tempo lambiam botas nos partidos, surge agora como o movimento anti-político. Pena é que muito boa gente se tenha deixado enganar, inebriados por algum mediatismo assente numa campanha despesista, a léguas dos orçamentos dos partidos que tanto odeiam, com direito a autocarro personalizado e tudo. Não enxergam que a populaça em tempos de crise e de fome, já não aprecia o show-off, a encenação. Não passam de caricaturas dos próprios partidos que dizem desprezar.
O único partido e tendência sem qualquer responsabilidade na gestão danosa do concelho de Chaves, e o único que não apresenta uma solução de continuidade, apostando nas pessoas e no desenvolvimento sustentado de toda uma região é o PS liderado por Paula Barros. Para recuperar a esperança.

Errar é próprio do homem. Persistir no erro é próprio dos loucos. (Cicero)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Chaves na penumbra

terça-feira, 20 de novembro de 2012 0
A penumbra que desce sobre o vale dá aquela sensação de inverno triste e apagado. As ruas desertas e escuras porque o município endividado tem que poupar na electricidade, quando a cidade devia estar eléctrica, tornam o ambiente soturno e frio. Lojas abandonadas, empresas fechadas, desemprego, o estado do país tem aqui um reflexo agonizante. Uma faixa de luto cobre o tribunal ali ao lado, abandonado de advogados e ausente de rebuliço, numa luta desigual contra um sistema que não quer ser coeso. O estado social não passou por ali, nem pelo hospital, numa cidade estática e esquecida, que vive dos serviços que lhe querem furtar, em nome da crise e de uma política centralista sempre contra o interior ostracizado e as populações marginalizadas por autarcas e governantes de chapéu estendido à espera de esmola.
A falácia e o engano já não pegam aqui. As burlas de 'Lesboa' já não enganam ninguém, mas as forças foram-se perdendo por inércia de quem devia tê-la, e por cansaço de quem já não acredita em nada. O estado social que fundou a democracia, que conduz à coesão social, que protege quem está desprotegido e os ajuda a levantar a cabeça, que garante a todos oportunidades iguais, que redistribui a riqueza, que aproxima e iguala, há muito que não chega aqui, agora é pior.
A cegueira centralista ruge agora com este ataque final de ajuste de contas a anos de progressão e conquista desde a II Grande Guerra. Anos de paz, social e progressista, que desembocaram na oportunidade que a ganância do capital esperava e levou à derrocada.
Aqui, nunca fomos iguais aos outros, mas só em oportunidades, porque o espírito e a alma nunca ninguém será capaz de dominar.
O abandono de gentes distantes é o abandono do país de quem não sabe nem conhece os seus encantos e hospitalidade, gastronomia e liberdade. A inocência perdeu-se algures no caminho, agora que finalmente chegou a autoestrada, e a justiça nunca mais chegará.
Se é verdade que o país permitiu que a crise internacional se ajustasse à medida, por erros e enganos de governos, gestores e banqueiros, aqui a crise já estava instalada. A crise de saberes e sabores, a crise de cultura, de progresso e de crescimento. Os últimos 11 anos foram de catástrofe para a cidade, e de atraso para o concelho. E a crise instalou-se mesmo à medida. O empurrão deu o executivo autárquico, a machadada o executivo de 'Lesboa'. Mas eu sei que esta gente nunca levará o empurrão ou a machadada final. 'Para cá do Marão, mandam os que cá estão.'

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Que vou fazer à cidade?

quarta-feira, 7 de julho de 2010 0

E cá chegamos de novo ao feriado municipal da mui grande e nobre urbe de Chaves...o porquê desta data para festejar o dia da cidade é que é no mínimo discutível...Senão vejamos, em Chaves travou-se a 8 de Julho de 1912, o combate entre as forças realistas de Paiva Couceiro e as do governo republicano, chefiadas pelo coronel Ribeiro de Carvalho, de que resultou o fim da 2ª incursão monárquica. Ora, celebrar uma luta fraticida entre monárquicos e republicanos, não é a meu ver a melhor solução e para isso já temos o 5 de Outubro, data que celebra bem a Revolução que a maioria desejava. Ora, seria muito melhor celebrar o dia da cidade a 12 de Março, uma vez que foi nesse dia de 1929 que Chaves foi elevada à categoria de cidade. Ou ainda que em Julho, mas celebrando os feitos heróicos dos cidadãos de Chaves, na resistência que fizeram às invasões napoleónicas, comandados pelo célebre General Silveira (sim! esse que dá o nome às "Freiras").
Mas, ainda que assim se não entenda, pelo menos que seja dada uma maior solenidade e formalismo à ocasião, e que não seja sempre mais do mesmo, bandas na rua e foguetes no ar (que este ano não vai haver para desgosto dos pasmados e porque não é ano de eleições, no ano passado a crise era a mesma e houve foguetório).
-E que tal uma feira do livro?
-Uma exposição sobre Chaves e de Flavienses ( sem serem sempre os mesmos)?
-Um concerto em condições? - sem ser a Romana ou o Quim Barreiros.
-Uma cerimónia pública durante a manhã, com os habituais discursos, (tem que ser), com a atribuição de prémios de excelência e de mérito a Flavienses deles merecedores, mas aberta à cidade, num palco, como tantas vezes fazem nas Freiras, etc???
Sei lá, sugiram, discutam, mas por favor digam-me, amanhã o que é que vou fazer à cidade?
 
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